Jornalista formado pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR com passagens pelo blog Bora Leão, Fortaleza Esporte Clube, TV Cidade Fortaleza, Host Broadcast Company - HBS, Rede Contínua e outros.
Quando comecei a acompanhar futebol o Corinthians era aquele time de torcida grande, mas que tinha como título apenas um Brasileiro e no sofrimento. Naquele mesmo ano veio a Copa do Brasil e de lá para cá foram vinte anos. Os 20 paulistas viraram 27, o único brasileiro viram agora 6, a única Copa do Brasil agora já soma em 3, mais um Rio-SP chegando à 5, o time "nacional" ganhou 2 Mundiais, 1 Libertadores e 1 Recopa Sul-Americana.
Na foto a imagem da mudança, conhecido pelas grandes parcerias que deram a primeira leva de títulos, craques como Edílson, Tevez, Ricardinho, Marcelinho Carioca, o Corinthians pagou o preço e caiu em 2007. No ano seguinte subiu com facilidade e o título da Série B, foi audacioso e trouxe Ronaldo que comandou a volta da moral alvinegra, ao longo dos anos alguns tropeços, mas hoje se colhem frutos de um bom trabalho e uma base que a quase a mesma dos últimos anos. Reclamem da arbitragem o que quiser, ou da Globo, mas não basta dinheiro, tem que ter organização e o que acontece hoje é o sinônimo de um trabalho bem feito, do melhor time brasileiro nesse século.
Estou nesse meio do Jornalismo voltado ao futebol à quase dez anos. A paixão pelo esporte já chega a quase duas décadas, jogos em diversos estádios, vendo jogadores antológicos e assistindo jogos do sub-15 do Campeonato Cearense até Copa do Mundo. Para acompanhar como faço hoje foi muita leitura no assunto e separei dez sites essenciais para quem quiser ver um pouco mais de futebol.
-Futpédia (www.futpedia.globo.com)
Para quem curte dados esse é essencial. Ficha de jogos de todas as partidas de Campeonato Brasileiro, Copa do Mundo, vários Campeonatos Paulistas, Copa do Mundo, Copa América e das Confederações, a futpédia é um site para os fãs de dados.
- Futebol do Norte (www.futeboldonorte.com)
Um dos melhores sites de futebol alternativo, o "Futebol do Norte" fala do futebol na parte mais esquecida do país com notícias atualizadas e em grande quantidade, mantendo os interessados em dia.
-A bíblia (www.rsssf.com)
"A Bíblia" é sem dúvidas o melhor site de futebol do mundo em questão de dados. Resultados de torneios pelo mundo, todos os jogos, quem jogo, quais times em todas as partidas Seleção Brasileira, a variedade monstruosa pode levar horas para ser explorado.
-Soccerway (br.soccerway.com)
Resultados e dados de ligas do mundo inteiro, o soccerway é fantástico para quem quiser se atualizar ou acompanhar ligas mundiais mais obscuras.
-Blog 4-3-3 (www.blog433.com.br)
Um blog bem organizado e atualizado, o Blog 4-3-3 sempre fala do futebol brasileiro e europeu com análises perspicazes e diferenciadas feitas por jovens apaixonados por futebol.
-Verminosos por Futebol (www.verminososporfutebol.com.br)
Criado em 2012 por Rafael Azevedo, o Verminosos é um espetáculo para fãs de futebol. Com matérias publicadas na Placar e na britânica Four Four Two, os especiais são de emocionar e válidos para todos que amam esse esporte.
-O Curioso do Futebol (www.ocuriosodofutebol.com.br)
Feito por Victor de Andrade, o nome já diz, o site fala de histórias curiosas do futebol no Brasil e no mundo. Seus especiais são bem interessantes com momentos desconhecidos da maioria.
-O Gol (www.ogol.com.br)
Nascido em Portugal como zerozero.pt, o ogol veio para o Brasil e virou um dos melhores site de base de dados atualmente do mundo. Da Champions League até a Série D do Brasileiro, vale a pena se acompanhar.
-Trivela (www.trivela.com.br)
Histórias interessantes, cobertura do futebol no mundo inteiro, o trivela é um dos sites mais condecorados sobre o esporte no país. Tudo que esses caras fazem é simplesmente fantástico e nesse momento até vídeo da oitava divisão inglesa tem.
-Doentes por Futebol (www.doentesporfutebol.com.br)
Se existe um favorito na lista, é sem dúvidas esse. Um carinho especial de quando éramos apenas uma comunidade no orkut em 2004 para hoje ser um dos maiores sites sobre futebol no Brasil. Um belíssimo trabalho de Pedro Galindo, Felippe Garcia e cia com o mais completo guia de jogos na internet, especiais e coberturas maravilhosas.
Primeiramente, nessa lista só colocarei jogos aos quais eu assisti. Em segundo lugar, não vou colocar jogo de Copa do Mundo, ou seja, isso mesmo, 7x1 está fora. Vou relembrar dez partidas ao longo dos anos, em que o Brasil vinha com pompa total e foi uma decepção só. Minha motivação é relembrar que como diria Galvão Bueno: "O futebol é uma caixinha de surpresas" e mesmo nos anos que achamos maravilhosos, tinha dor também.
-Brasil 2x4 Noruega (Amistoso em 1997)
Eram doze jogos de invencibilidade, a Noruega ainda era uma Seleção onde a maioria dos seus jogadores eram desconhecidos, o mais Solksjaer não havia sido convocado por contusão. Pelo lado brasileiro uma constelação com Taffarel, Cafu, Roberto Carlos, Mauro Silva, Dunga, Djalminha, Leonardo, Ronaldo e Romário. Em campo? Show e consagração de Tore Andre Flo que marcou duas vezes se aproveitando do posicionamento ruim da dupla Célio Silva e Márcio Santos.
-Brasil 0x0 Jamaica (Copa Ouro de 1998)
O Brasil era o atual campeão do mundo, tinha massacrado todo mundo na Copa América e Copa das Confederações. A Jamaica que se preparava para a Copa do Mundo tinha tomado várias surras em uma excursão aqui no país, apanhando de Flamengo, Corinthians e Coritiba. O Brasil alinha com Taffarel; Zé Maria, Jr. Baiano, Gonçalves e Júnior; Mauro Silva, Flávio Conceição, Zinho e Denílson; Romário e Edmundo, o que acontece com um timaço desses? 0x0, isso mesmo, nenhum gol marcado por um ataque formado por Romário e Edmundo.
-Brasil 1x1 Guatemala (Copa Ouro de 1998)
Para quem pensou que a Jamaica foi um acidente, no jogo seguinte, mesmo time, só sai Júnior Baiano que havia sido expulso e entra César Belli. O Brasil até sai na frente, mas Juan Carlos Plata arranja um empate. O resultado complicou muito o time de Zagallo que ainda ficou em terceiro lugar na competição, bem aquém para um time com Romário e Edmundo na frente, nomes como Mauro Silva, Flávio Conceição, Zinho, Élber no elenco.
-Chile 3x0 Brasil (Eliminatórias da Copa em 2000)
Perder para o Chile fora era normal, o jeito que foi era o problema. O jogo que deu início ao processo de demissão de Wanderley Luxemburgo veio quinze dias depois de Vampeta comandar um 3x1 sobre a Argentina no Morumbi. Sem Ronaldo contundido, o Brasil foi para o Chile com Ricardinho, Alex, Rivaldo e Amoroso na linha de frente. Atrás Dida; Evanilson, Zago, Edmilson e Serginho, Emerson e Marcos Assunção protegiam a defesa. Resultado? O último grande show da dupla Salas-Zamorano e uma goleada que todos preferem esquecer.
Brasil 0x1 Austrália (Copa das Confederações de 2001)
O torneio em si foi uma decepção só. Sem grandes estrelas, o Brasil até fez um bom jogo na semifinal ao perder por 2x1 para a França. Contra a Austrália que não era nenhuma boba, tinha nomes como o goleiro Schwarzer, Tony Vidmar, Tony Popovic, Skoko, Mark Bresciano e Scott Chipperfield que jogavam com certo destaque em algumas ligas europeias, mas estava sem seus destaques Mark Viduka e Harry Kewell. Do lado do Brasil, uma Seleção C, mesmo com nomes como Dida, Edmilson e Vampeta que foram pentacampeões, o time ainda era formado por Carlos Miguel, Ramón, Magno Alves e Washington, o resultado, um decepcionante 1x0 para a Austrália que demitiu Emerson Leão.
Brasil 0x2 Honduras (Copa América de 2001)
Lembro até hoje do Jardel entrando e torcendo em vão pelo gol dele. Talvez o maior desastre da Seleção Brasileira pré-7x1, esse Brasil e Honduras foi algo inacreditável. Os hondurenhos ainda ficaram em terceiro lugar, do time nacional, alguns como Marcos, Belletti e Denílson ficaram para serem penta no ano seguinte, alguns outros como Alex, Jardel, Juan e Juninho Pernambucano foram esquecidos por Scolari.
-Brasil 0x1 Paraguai (Amistoso em 2002)
Despedida de Felipão da Seleção Brasileira, a equipe voltava ao país depois de ser pentacampeã um pouco menos de dois meses antes. Os mesmos 23 entravam em campo no Castelão para celebrar o título, mas um chute de longe de Nelson Cuevas (que depois jogou no Santos) calou o estádio em Fortaleza. No chopp do penta, teve água paraguaia e esse, eu vi in loco.
-Brasil 2x2 Turquia (Copa das Confederações de 2003)
Carlos Alberto Parreira resolveu testar certos garotos na Seleção e usou o torneio como chance. Nomes como Gil, Ilan e Adriano 'Imperador' foram convocados. Junto com eles, os pentacampeões Dida, Lúcio, Kléberson, Ronaldinho e Ricardinho. Um grupo mediano com Camarões, Estados Unidos e Turquia era considerado tranquilo, mas depois de perder pros africanos por 1x0 com gol de Eto'o e vencer só por 1x0 os americanos com gol de Adriano, a Turquia era o adversário. Jogo difícil e pela primeira (e única vez) vi o Brasil ser eliminado logo na Primeira Fase de uma competição, algo inimaginável para época.
-Brasil 0x2 Venezuela (Amistoso em 2008)
Esse eu nunca vou esquecer. Brasil e Venezuela era sempre certeza de goleada e para quem viu o chapéu de Ronaldinho Gaúcho em 1999, ver esse 2x0 em menos de uma década depois foi simplesmente surpreendente. Tudo bem, foi uma das piores equipes que Dunga já colocou em campo: Doni; Daniel Alves, Luisão, Henrique e Gilberto; Gilberto Silva, Elano e Anderson; Alexandre Pato, Adriano e Robinho, mas era suficiente para bater a vinotinto. Nada disso, perdeu e ainda tomou um baile em campo.
Brasil 0x0 Paraguai - 0x2 (Copa América de 2011)
Diferente da Copa América em 2015, a de 2011 todos chegavam com esperança na Seleção. Apesar de uma Primeira Fase difícil, a equipe parecia ter engrenado depois de enfiar 4x2 no Equador. Nomes de confiança do torcedor brasileiro na época como Júlio César, Maicon, Lúcio, Thiago Silva e Robinho davam experiência ao time. Na frente, nomes promissores como Ganso, Pato e Neymar pareciam encantar a torcida, mas o resultado foi decepcionante. 0x0 contra o Paraguai, e o gol nem nos pênaltis saiu, com a Seleção perdendo incrivelmente suas quatro cobranças e perdendo por 2x0.
Michael Laudrup popularizou o nome de sua família para o mundo inteiro, mas o tema desse texto é o seu irmão, menos famoso, para o seu país não menos importante, Brian Laudrup foi o herói da Euro de 1992 e fez a comemoração da sereia na Copa da França em 1998 uma das mais famosas da história do futebol. Ponta perigoso, veloz e de físico invejável, Brian foi um dos mais importantes jogadores da história de seu país. Para alguns é mais importante para a Seleção do que o próprio irmão, que é um dos maiores meias de todos os tempos. Pela 'Dinamáquina', Brian jogou apenas uma Copa do Mundo e nela chegou a Seleção do torneio marcando dois gols em cinco jogos, comandando a fácil vitória sobre a Nigéria nas oitavas-de-final da Copa de 1998. Anteriormente, Laudrup havia sido campeão da Copa das Confederações em 1995 marcando um gol nas três partidas, mas foi na Euro de 1992 em que ele viveu seu melhor momento na carreira. A Seleção da Iugoslávia foi excluída faltando apenas 11 dias para o início do torneio, dando por convite a vaga para a Dinamarca que viria desfalcada justamente de Michael Laudrup, na época titular absoluto e ídolo do Barcelona. Jogando de pivô e sem marcar gols, Brian comandou a desacreditada seleção ao título inédito ao lado de Larsen e Schmeichel. Laudrup jogava no ataque pela direita, com Henrik Larsen na época meia do Lyngby-DIN vindo atrás como falso 9 e Flemming Plovsen, atacante do Borussia Dortmund-ALE ao lado de Brian. John Jensen e Kim Vilfort que faziam dupla no Brondby-DIN cobriam as avançadas dos alas John Sivebaek que jogava no Mônaco-FRA e Kim Christofte do Colônia-ALE. Quatro anos depois, na Euro de 96, os dinamarqueses caíram na fase grupos, mas Brian se destacou marcando três gols em três jogos, sendo o jogador com a melhor média de gols do torneio. Laudrup foi revelado pelo Brondby de seu país. Jogando por lá foi bi-campeão nacional, que o levou até a Bundesliga Alemã. Em 1989, foi contratado pelo modesto Uerdingen sendo o principal jogador da equipe, os salvando do rebaixamento da Bundesliga ao fim da sua temporada de estreia. O destaque lhe renderia o primeiro dos quatro prêmios de Melhor Jogador Dinamarquês do Ano e uma contratação pelo Bayern de Munique. Foram duas boas temporadas e um titulo de Supercopa Alemão na principal equipe bávara. Suas boas atuações o levaram a principal liga da época e em 1992, Laudrup chegava até a Fiorentina e ao Calcio. Mesmo com um setor ofensivo invejável formado por Effenberg-Laudrup-Baiano- Batistuta, a defesa não dava a mesma confiança, rebaixando a equipe. Mesmo assim, Laudrup chamou atenção e foi contratado ao Milan por empréstimo. Nos rossoneros, o dinamarquês foi campeão italiano e da UEFA Champions League, mas sem muitas chances, a Fiorentina acabou vendendo, Brian ao Rangers da Escócia. Tri-campeão nacional, campeão da Copa, da Copa da Liga e duas vezes eleito melhor jogador do campeonato escocês, foi no Gers onde viveu seu melhor momento. No fim da carreira teve passagens apagadas por Chelsea e Copenhagen, se despedindo com estilo no Ajax na temporada 1999-2000, jogando quase como um centroavante foram 15 gols em 38 jogos, sendo destaque de um Ajax que vinha mal nas últimas temporadas. Brian realmente nunca foi tão bom quanto o irmão Michael, mas é injusto dizer que só fez sucesso pelo sobrenome, foi um ótimo e útil jogador, de estilo moderno e que caberia em vários esquadrões do mundo atual por sua pluralidade tática. Títulos: Campeonato Dinamarquês: 1987 e 1988 (Brondby) Supercopa Alemão: 1990 (Bayern de Munique) Campeonato Italiano: 1993-1994 (Milan) Liga dos Campeões da UEFA: 1993-1994 (Milan) Campeonato Escocês: 1994-1995, 1995-1996 e 1996-1997 (Rangers) Copa da Escocia: 1995-1996 (Rangers) Copa da Liga Escocesa: 1996-1997 (Rangers) Supercopa da UEFA: 1998 (Chelsea) UEFA Euro: 1992 (Dinamarca) Copa das Confederações: 1995 (Dinamarca) Melhor Jogador Dinamarquês: 1989, 1992, 1995 1997 Seleção da UEFA Euro de 1992 Melhor Jogador da Copa das Confederações: 1995 Jogador do Ano - Escócia: 1994-1995 e 1996-1997 Jogador da Associação dos Atletas do Ano - Escócia: 1994-1995 Seleção da Copa do Mundo de 1998 FIFA 100 Hall da Fama da Seleção da Dinamarca Hall da Fama do futebol escocês Brondby-DIN (1986-1989): 52 jogos e 13 gols Uerdingen-ALE (1989-1990): 34 jogos e 6 gols Bayern de Munique-ALE (1990-1992): 63 jogos e 17 gols Fiorentina-ITA (1992-1993): 35 jogos e 6 gols Milan-ITA (1993-1994): 18 jogos e 2 gols Rangers-ESC (1994-1998): 151 jogos e 44 gols Chelsea-ING (1998): 11 jogos e 1 gol Copenhagen-DIN (1999): 12 jogos e 2 gols Ajax-HOL (1999-2000): 38 jogos e 15 gols Dinamarca (1987-1998): 82 jogos e 21 gols Total: 496 jogos e 127 gols
Estamos praticamente no fim de 2015 e juntando o fim da temporada 2014-2015 e o início da 2015-2016 já tenho uma noção de quem foram os melhores do ano na minha opinião para convocar uma "seleção" dos 23 melhores na temporada.
GOLEIROS
Manuel Neuer (Bayern de Munique-ALE / Alemanha)
Thibaut Courtois (Chelsea-ING / Bélgica)
Keylor Navas (Real Madrid-ESP / Costa Rica)
LATERAIS-DIREITOS
Héctor Bellerín (Arsenal-ING / Espanha)
Serge Aurier (Paris Saint-Germain-FRA / Costa do Marfim)
ZAGUEIROS
Jérôme Boateng (Bayern de Munique-ALE / Alemanha)
Diego Godín (Atlético de Madrid-ESP / Uruguai)
Thiago Silva (Paris Saint-Germain-FRA / Brasil)
Raphaël Varane (Real Madrid-ESP / França)
LATERAIS-ESQUERDOS
David Alaba (Bayern de Munique-ALE / Áustria)
Ricardo Rodríguez (Wolfsburg-ALE / Suíça)
VOLANTES
Luka Modric (Real Madrid-ESP / Croácia)
Javier Mascherano (Barcelona-ESP / Argentina)
Sergio Busquets (Barcelona-ESP / Espanha)
Paul Pogba (Juventus-ITA / França)
MEIAS
Thomas Müller (Bayern de Munique - ALE / Alemanha)
James Rodríguez (Real Madrid-ESP / Colômbia)
ATACANTES
Cristiano Ronaldo (Real Madrid-ESP / Portugal)
Luis Suárez (Barcelona-ESP / Uruguai)
Pierre Aubameyang (Borussia Dortmund-ALE / Gabão)
Robert Lewandowski (Bayern de Munique-ALE / Polônia)
Sexta-feira começa a penúltima rodada da Série B, de um lado seis times por três vagas na Série A de 2016, mas com os que já estão no G4 bem encaminhados, podendo confirmar seus acessos já no sábado. Do outro lado, quatro evitando a única vaga restante no rebaixamento e fazendo as contas para não serem os últimos "classificados" para a Série C do próximo ano.
ABC-RN, Boa Esporte-MG e Mogi Mirim-SP já não conseguem mais sair de suas situações, irão jogar a Série C em 2016, mas apenas o Boa Esporte influi na briga, já que o mesmo enfrenta o Macaé nessa rodada. O Criciúma já está salvo, o empate com o Oeste-SP na última partida garantiu a equipe na B do ano que vem. Independente dos resultados, o último relegado só sairá na última e derradeira rodada, deixando emoção até o fim do torneio.
OS ENVOLVIDOS
Oeste-SP: Com 43 pontos, o Oeste só depende dele para se manter na Série B. O primeiro confronto será sexta-feira contra o também ameaçado Atlético-GO fora de casa, o vencedor do confronto já entra na última rodada salvo, caso de empate, os dois vão juntos para o desespero. O Oeste pelo menos tem a vantagem de decidir a permanência em casa, contra o Paysandu-PA que já não almeja nada na rodada decisiva.
Atlético-GO: Adversário do Oeste na próxima rodada, o Dragão tem os mesmos 43 pontos, mas um saldo pior de gols. Depois de perder para o Macaé-RJ em casa no jogo passado, o time que não vence em casa à três partidas só precisa da vitória para se manter. Na última rodada enfrentam o Bahia que também não luta por nada, só que em Salvador.
Macaé-RJ: O Macaé era dado como morto, mas a vitória fora contra o Atlético-GO levou o time de volta ao céu e hoje soma 42 pontos. A equipe carioca pode comemorar a manutenção já na próxima rodada, basta vencer o já rebaixado Boa Esporte-MG em casa e o Ceará não vencer o América-MG fora de casa. Mas caso o Macaé não vença, o time do Rio chegará pressionado na última rodada para enfrentar justamente o alvinegro cearense no Presidente Vargas, onde a vitória manteria o Vovô.
Ceará-CE: Depois de vencer cinco partidas seguidas, o alvinegro saiu de 26 para 41 pontos e até mesmo sair da zona, mas a derrota para o Vitória-BA e a surpreendente vitória do Macaé sobre o Atlético-GO os empurrou de volta à degola. A situação alvinegra é difícil, mas não impossível, na próxima rodada enfrentam o América-MG no Independência e qualquer ponto será importante para os cearenses. Na última rodada enfrentam o Macaé em casa, uma vitória pode ser o suficiente para salvar a equipe, mas dependeria de outros resultados.
Pesquisa feita pelo IBOPE em 2010, onde o Flamengo tem a segunda maior torcida no Ceará
Algumas semanas atrás fiz um texto no Bora Leão (leia aqui) sobre a valorização do futebol local. Alguns podem achar divertido lembrar dessa pesquisa e ver que nosso clube rival tem torcida menor do que a do Flamengo. Eu já acho preocupante, isso porque a nossa torcida, mesmo aqui também não era muito maior do que a deles. Na época o Globo Esporte.com divulgou que o mapa de curtidas das páginas dos clubes no Facebook e apenas o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo não tem um clube de fora do estado com mais curtidas em alguma de suas regiões (confira aqui). No dia 4 de Abril, eu fiz um artigo para o portal Opinião Sport Club sobre uma declaração do Secretário de Esportes do Acre sobre a partida Rio Branco e Vasco.
SE NINGUÉM APOIA, COMO IREMOS CRESCER?
Partida entre Rio Branco-AC e Vasco pela Copa do Brasil desse ano, no Acre
Por muitos anos existem piadinhas sobre o Acre existir ou não. O esquecido estado ao Norte do país, nunca teve lá muita tradição. Foi com o Rio Branco suas maiores conquistas, como as três vezes que foi até as Oitavas-de-Final da Copa do Brasil, o quase acesso à Série B em 2009, o título da Copa Norte em 1997 e outras menores estatísticas. Desde a criação da Copa do Brasil em 1989, diversos times grandes jogaram no estado. Clubes como São Paulo, Flamengo, Fluminense, Santos, Cruzeiro, Botafogo, Internacional, Atlético Mineiro e ontem o Vasco da Gama já jogaram no estado em partidas da competição. Nos últimos nove anos, os torcedores locais ainda ganharam a charmosa Arena da Floresta como palco pros jogos no estado, mas como almejar sonhos maiores se o principal clube da cidade joga como visitante no próprio estádio e o próprio Secretário de Esportes do Estado torce pela classificação dos "forasteiros" ao invés de dar força para os conterrâneos?
Rio Branco e Vasco entraram em campo ontem às 19:30 para jogaram pela Primeira Fase da Copa do Brasil de 2015. A última vez que um clube do estado havia passado de fase, tinha sido ano passado, ainda na Fase Preliminar, quando o Rio Branco eliminou o Real Noroeste do Espírito Santo, mas em fases válidas, a última vez foi em 2004, quando o mesmo Rio Branco tirou o Rio Negro do Amazonas ainda na Primeira Fase. É real dizer que falta tradição e força, foi apenas a sexta em doze confrontos de lá pra cá, que os times do Acre não são eliminados ainda no jogo de ida. Nem mesmo em revelar jogadores, eles são especialistas. O goleiro do Atlético-PR, Weverton, o ex-volante do Avaí, Rodrigo Galo, o atacante, ex-Porto de Portugal e Cruzeiro, Adriano Louzada são algumas dos poucos atletas que saíram do Acre.
Secretário de Educação e Esporte do Acre, Marco Antônio Brandão Lopes
Agora me questiono como a maior autoridade política sobre esporte não quer ver a principal equipe de seu estado indo bem em uma competição nacional do principal esporte não só do país, mas do mundo. Como ele não torce ou apoia os atletas que ele deveria representar, do seu próprio estado, os quais ele deveria engrandecer, apoiar, dar o suporte necessário e nem ao menos torcer pelo sucesso deles ele consegue, e ainda escancara isso em rede nacional.
Não conheço os projetos do Secretário em questão, não sei se ele vem fazendo um bom trabalho em frente ao Governo do Acre, mas a propaganda dele foi a pior possível, é inadmissível esse tipo de situação e pior ainda, a imprensa achar lindo e bater palma, tratando um Vasco cheio de reservas, voltando de uma Segunda Divisão jogar no Acre, um entretenimento para pessoas que não podem ver o verdadeiro futebol, parecendo entretenimento para selvagens da bola. Isso não acontece apenas no Acre, qualquer local menos tradicional do futebol isso é evidente.
Quando o Flamengo joga em Cuiabá, ou o São Paulo em Boa Vista, o Botafogo em Teresina, não importa a fase dos clubes, se é time reserva ou titular, tratam como se fosse a visita do Papa e ao invés de mostrarem a realidade do esporte no estado, de verem os problemas e situações, preferem mostrar os locais como fãs desesperadas do Justin Bieber e os boleiros como superestrelas.
Claro que com esse apoio, o Acre não iria virar uma potência no esporte, nem a torcida iria empurrar os clubes locais a grandes glórias, mas é o mínimo que uma autoridade desse segmento poderia fazer. Quando vemos os principais responsáveis pelo esporte no seu estado não dão a mínimo, não torcem ou apoiam o sucesso, a torcida prefere torcer pelo clube de fora porque é novidade ou sensação, apesar de muitos realmente serem torcedores, é um dos segredos para que muitas regiões ficarão sempre no marasmo.
Torcedor do Málaga da Espanha chorando após o clube se salvar do rebaixamento na última rodada contra o poderoso Real Madrid
Desde que eu me entendo por gente e fã de futebol, vejo torcidas cobrarem dos jornalistas imparcialidade. Em 2006, quando comecei a escrever pro site, E-Futebol, comecei a ver que não era bem assim, era difícil esconder meu clube do coração. Hoje, nove anos depois, eu assumo sem medo que sou torcedor do Fortaleza Esporte Clube, inclusive trabalho com um site destinado ao clube. Quer dizer que eu sou um jornalista ruim? Isso cabe aos leitores, mas não vejo qual o problema de ter um clube do coração, afinal, para trabalhar e comentar sobre futebol, a paixão teve que vir de algum canto.
O velho ditado diz: "Não se discute futebol, política e religião". Eu já discordo dessa máxima social, como apaixonado por futebol, um centro-esquerdista pseudo-capitalista e ateu, acho que as três devem ser discutidas, mas que se acabe com o discurso dosado da imparcialidade maçante e se aceite o respeito as opiniões diversas, que as idéias sejam bem embasadas e sem achismos, afinal tratemos três das coisas mais importantes da vida com respeito e como ciência, daquelas ainda sem uma certeza absoluta.
O Fortaleza é parte importante de quem eu sou hoje, e da minha paixão pelo futebol, jogadores como Sandro Preigschadt, Clodoaldo, Erandir, Ronaldo Angelim, Bosco, Maizena e tantos outros, ídolos, gênios do futebol que sequer foram grandes craques, mas tem um lugar especial no coração deste jornalista. Seus gols, carrinhos, passes e defesas foram alimentando a minha paixão, que era completamente cega, afinal nos anos 90, quando comecei a ver o Fortaleza jogar, ele estava em uma Série C ainda mais sucateada do que a que joga hoje, passando longe de voltar pra Série B, diferente de hoje em dia.
Foi ali, no auge dos meus 7, 8 anos de idade, que a dupla Frank e Sandro Preigschadt me fizeram ser tricolor, depois vieram os gigantes Ronaldo, Zidane, Romário, Messi, começou no Cearense e cheguei até a trabalhar em uma Copa do Mundo. Foi um início simples, porém importante, me fez ver o futebol de um jeito diferente, com paixão obviamente, mas com bastante leitura, sem deixar que vontades de torcedor entrassem na visão jornalística de hoje.
Alguns dos melhores jornalistas esportivos, como PVC e Mauro Betting, palmeirenses assumidos, aceitam seus times para todos. Vejo que para muitos existe um receio de dizer, porque realmente torcedor é chato, reclama de tudo e sempre temos que comentar o que eles querem ouvir do clube deles, mas ser jornalista, especialmente dos que trabalham com futebol é comentar o factual, o que acontece e nem sempre temos de dizer que querem escutar, mas o que precisam escutar, porque nosso compromisso é com a paixão e também com a razão, e principalmente, com a informação.
Podem reclamar que eu deixei Totti, Raúl, Ibrahimovic e uma porrada de gente fora pra botar o Batistuta de fora, mas o que esse cara fez por anos na Fiorentina e depois na Roma foi fora de série. Revelado pelo Newell's Old Boys em 1988, jogou até 1991 no futebol argentino, passando por River Plate e Boca Juniors, conquistando o título nacional pelos dois maiores clubes de seu país. Foi convocado para a Copa América de 1991, marcou 6 gols em 6 jogos e levou os hermanos ao título. Foi contratado pela Fiorentina após o torneio. Foram nove anos em Florença, foi artilheiro de uma Serie A e uma Copa da Itália, conquistou uma Serie B, uma Copa da Itália (onde marcou o gol do título) e uma Supercopa em cima do Milan de Weah onde marcou os dois gols da vitória. Além dos gols, suas jogadas mantiveram a Fiorentina sempre entre as principais equipes do país por anos. Saiu para a Roma em 2000, levou a equipe da capital ao seu terceiro título na história, depois de 18 anos, algo que craques como Francesco Totti não conseguiram. Ao fim da temporada 2000-2001, Batigol começaria a sofrer com problemas crônicos no joelho, jogaria mais uma temporada e meia pela Roma sem destaque, seria emprestado a Internazionale em 2003 e não faria muita diferença. Em 2003, foi pro Al-Arabi do Qatar, seria o artilheiro do campeonato catari, mas ao fim da sua segunda temporada, já mal jogaria pelas contusões, encerrando ali sua carreira em 2005. Bom por cima e com a bola no chão, Batigol fez história, maior artilheiro da Seleção Argentina e da Fiorentina, deixa saudades até hoje aos amantes do futebol. 4-Romário (Brasil)
Se eu não vi o auge dele e ele pegou TOP 4, imagina se tivesse visto tudo. "Ensina, Romário" cabe pra muita gente hoje, o Baixinho era fenomenal, entre 1985 e 2009, passou por Vasco da Gama, PSV Eindhoven, Barcelona, Flamengo, Valência, Fluminense, Al-Saad do Qatar, Miami FC, Adelaide United da Nova Zelândia e América-RJ. Foram 898 gols em jogos oficiais, 24 títulos conquistados por clubes e Seleção, 27 artilharias e mais de 50 prêmios individuais, como o de Melhor do Mundo da FIFA em 1994. Frio, polêmico, artilheiro, jogadores que nem Romário fazem falta, prefiro então um texto curto que mostra a dimensão do Baixinho do que um longo que falte algo. 3-Cristiano Ronaldo (Portugal)
Atual melhor do mundo, três vezes o melhor do planeta, foi em 2002 pelo Sporting de Lisboa que Cristiano Ronaldo começou a jogar. Ainda jogando de ponta, via o brasileiro Jardel e o meia português Ricardo Quaresma comandar a equipe lisboeta. Em apenas um ano como profissional chegou ao Manchester United da Inglaterra sob a tutela de Sir Alex Ferguson, saiu da meia, virou winger, ponta e finalmente atacante, saiu de um jogador firulento para virar uma máquina de gols. Conquistou na Inglaterra, nove títulos, entre eles o Mundial de Clubes, a Champions e três Premier Leagues. Jogador do clube três vezes, quatro vezes eleito para a Seleção da UEFA, melhor do mundo, quatro vezes na Seleção da Premier League e duas vezes o melhor do torneio, artilheiro de uma Premier e uma Champions, até chegar ao Real em 2009. Foi em Madrid que alcançou o auge e hoje, cinco anos e meio depois é o maior artilheiro da história dos merengues com 326 gols e contando. Outra Champions, outro Mundial e uma La Liga, outras duas artilharias de Champions, três artilharias de La Liga, uma de Copa do Rei, três prêmios de melhor do mundo no total, artilheiro até da UEFA Euro, Ronaldo enfileira prêmios, o suficiente para quem sabe daqui a algum tempo em uma lista futura, tomar a posição do "Fenômeno". 2-Ronaldo "Fenômeno" (Brasil)
Já que estamos falando em se reinventar, que tal o rei disso? Ronaldo ainda era Ronaldinho, começava em 1993 pelo Cruzeiro a escrever sua história. Começou aos 16 anos em uma excursão dos mineiros na Europa, em um pouco mais de um ano, foram 46 jogos e 44 gols, sendo artilheiro da Supercopa em 93 com 8 gols em 6 jogos e do Mineiro em 94 com 22 gols em 18 jogos. Foi pra Copa de 94, não jogou e foi campeão, mas não voltou pro país, acertando com o PSV Eindhoven da Holanda. Foram duas temporadas no PSV e muito destaque na equipe holandesa. Logo de cara foi artilheiro da liga nacional com 30 gols, a segunda temporada foi interrompida com sua primeira séria lesão em Fevereiro de 96, uma contusão no joelho que tanto lhe atormentaria pelo resto da carreira. Saiu apenas com o título da Copa da Holanda, onde não jogou a final contra o Sparta Roterdã, mas uma incrível média de gols, marcando 54 vezes em 57 jogos. Foi para o Barcelona onde ganhou sua primeiro melhor do mundo pela FIFA em 96, foi artilheiro do Campeonato Espanhol com 34 gols, ganhando a Chuteira de Ouro, sendo campão e artilheiro da Supercopa Espanhola com 2 gols, marcando o gol do título da Recopa Européia e sendo um dos artilheiros e campeão da Copa do Rei, saindo ao fim da temporada para a Internazionale, depois de marcar 47 gols em 49 jogos. Na Inter, muitas contusões e apenas um título, mas sem dúvidas a equipe mais marcante do "Fenômeno". A única conquista por clubes foi a Copa da UFA em 98, onde marcou gol na final e foi vice-artilheiro. Foram apenas 99 jogos em temporadas e 59 inesquecíveis gols, Ronaldo que até seu início na Inter era veloz, forte, habilidoso, costurava defesas, saía de Milão em 2002 para o Real Madrid como outro jogador. Foram quatro temporadas em Madrid, uma La Liga, uma Intercontinental e uma Supercopa Espanhola e artilheiro da La Liga em 2003-2004 com 25 gols, Ronaldo saiu pelas portas dos fundos por conta do alto peso, voltando pra Milão no início da temporada 2006-2007, depois de marcar 104 gols em 177 jogos. Novamente as contusões o atormentaram e em duas temporadas, jogou apenas 20 partidas, muitas delas incompletas e marcou 9 gols. Saiu em 2008 e começou a treinar no Flamengo, time do coração, mas em 2009, assinou com o Corinthians e enfureceu os rubro-negros que o chamaram de traidor. No Timão foi campeão paulista, onde foi o melhor jogador do torneio e da Copa do Brasil, contusões, o excesso de peso e o extra-campo badalado, fizeram o jogador ter alguns problemas com a torcida, aposentando melancolicamente em 2011, após o vexame contra o Tolima na Libertadores, marcando 35 gols em seus 69 jogos pelo alvinegro da capital paulista. 1-Lionel Messi (Argentina)
Não só o principal atacante, como o melhor que eu já vi. Messi inventou e se reinventou, de meia, atacante, falso 9, winger, centroavante, 10 clássico, La Pulga sempre esteve entre os melhores nos últimos anos. Começou bem pela Argentina, teve alguns anos ruins, mas depois do fracasso na Copa América de 2011, ele voltou a cair nos braços da torcida do país vizinho. Lionel é o mais jovem de toda a lista, tem apenas 28 anos e já está entre os maiores da história e já se mostrava diferenciado lá no início, em 2003 quando pelo Barcelona C foi estrear entre os profissionais com apenas 16 anos. Foram apenas quatro meses até subir ao Barcelona B, em 10 jogos, marcou 5 gols e mostrava todo o trabalho que os blaugranas tiveram no seu tratamento iria valer a pena. Até o início de 2005, ele se revezava entre o time A e o time B do Barcelona, mas ao fim da temporada 2005-2006 já era titular dos catalães e indispensável ao esquema de Frank Rijkaard. Segundo melhor do mundo tanto em 2007 quanto 2008, foi com Josep Guardiola que ele começou a ser a lenda que é hoje, conquistando quatro melhores do mundo seguidos entre 2009 e 2012. Rápido, habilidoso, com uma bola que não desgrudava de seu pé esquerdo, depois de duas temporadas com diversas contusões, Messi se reinventou, voltou a jogar na ponta, usa mais a perna direita, seus dribles curtos se aperfeiçoaram, sua velocidade vem dando lugar a técnica apuradíssima e Lionel mais uma vez vem encantando o mundo.
Menções honrosas: Bebeto (Brasil), Amoroso (Brasil), Neymar (Brasil), Adriano (Brasil), Robinho (Brasil), Edmundo (Brasil), Luizão (Brasil), Edílson (Brasil), Zlatan Ibrahimovic (Suécia), Henrik Larsson (Suécia), Diego Forlán (Uruguai), Álvaro Recoba (Uruguai), Luis Suárez (Uruguai), Edinson Cavani (Uruguai), Didier Drogba (Costa do Marfim), Patrick Mboma (Camarões), Samuel Eto'o (Camarões), Jari Litmanen (Finlândia), Arjen Robben (Holanda), Robin van Persie (Holanda), Marc Overmars (Holanda), Ruud van Nilsterooy (Holanda), Dennis Bergkamp (Holanda), Jürgen Klismann (Alemanha), Miroslav Klose (Alemanha), Thomas Müller (Alemanha), Oliver Bierhoff (Alemanha), Fernando Morientes (Espanha), Fernando Torres (Espanha), Raúl (Espanha), David Villa (Espanha), Wayne Rooney (Inglaterra), Alan Shearer (Inglaterra), Michael Owen (Inglaterra), Thierry Henry (França), Eric Cantona (França), David Trezeguet (França), Karim Benzema (França), Radamel Falcao Garcia (Colômbia), Victor Hugo Aristizábal (Colômbia), Alexis Sánchez (Chile), Iván Zamorano (Chile), Marcelo Salas (Chile), Gareth Bale (País de Gales), Robert Lewandowski (Polônia), Davor Suker (Croácia), Hristo Stoichkov (Bulgária), Savo Milosevic (Sérvia), Pedrag Mijatovic (Iugoslávia), Alessandro Del Piero (Itália), Christian Vieri (Itália), Franceso Totti (Itália), Fillippo Inzaghi (Itália), Gianfranco Zola (Itália), Brian Laudrup (Dinamarca), Jon Dahl Tomasson (Dinamarca), Cláudio López (Argentina), Martin Palermo (Argentina), Gonzalo Higuaín (Argentina), Sergio Agüero (Argentina), Carlos Tévez (Argentina), Cláudio Canniggia (Argentina), Hernan Jorge Crespo (Argentina), Luis Hernández (México), Cuauhtémoc Blanco (México), Harry Kewell (Austrália), Jay-Jay Okocha (Nigéria), Nwankwo Kanu (Nigéria), Robbie Keane (Irlanda), Nikos Machlas (Grécia), Stéphane Chapuisat (Suíça) e Andryi Shevchenko (Ucrânia),